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03/07/2012

   

Produção industrial tem queda de 0,9% em maio

Setor registra resultado negativo pela terceira vez consecutiva

Em maio, a produção industrial recuou 0,9%, em relação a abril, como divulgou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o terceiro resultado negativo consecutivo nesse tipo de comparação. Frente a igual mês do ano anterior, a indústria apontou queda de 4,3% em maio de 2012, nono resultado negativo consecutivo nesse tipo de confronto.
A queda de 0,9% foi explicada pelo recuo na produção de 14 dos 27 ramos investigados. Os principais impactos negativos foram observados nos setores de veículos automotores (-4,5%) e de alimentos (-3,4%). Outras contribuições negativas vieram de material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-10,9%), metalurgia básica (-2,4%), celulose, papel e produtos de papel (-3,0%), outros produtos químicos (-1,0%) e calçados e artigos de couro (-5,3%).
Por outro lado, entre as atividades que ampliaram a produção, os desempenhos de maior importância foram registrados por produtos de metal (13,2%), indústrias extrativas (1,5%), borracha e plástico (2,6%), máquinas e equipamentos (1,2%) e refino de petróleo e produção de álcool (0,9%).


Ano anterior


Na comparação com maio de 2011, o setor industrial apresentou queda em 17 das 27 atividades pesquisadas. O ramo de veículos automotores, que recuou 16,8%, foi a maior influência negativa. Outras contribuições negativas vieram de alimentos (-6,1%), material eletrônico, aparelhos e equipamentos de comunicações (-24,3%), metalurgia básica (-5,8%), fumo (-23,3%), máquinas e equipamentos (-3,9%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-9,3%), farmacêutica (-5,0%) e vestuário e acessórios (-10,6%).
Entre os dez setores que registraram taxas positivas, os principais impactos foram em: outros equipamentos de transportes (6,3%), edição, impressão e reprodução de gravações (4,0%), outros produtos químicos (2,1%) e indústrias extrativas (2,2%), impulsionados por aviões, no primeiro ramo, livros, no segundo, herbicidas para uso na agricultura e tintas e vernizes para construção, no terceiro, e minérios de ferro e óleos brutos de petróleo no último.

 

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