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11/11/2014

   

Negócio de pai para filho

Fascinado pelo trabalho da família, Tuca Barros mantém a representação com ousadia e sucesso

Desde jovem, Alexandre Simões de Barros, conhecido no mercado de representação como Tuca Barros, de 43 anos, gostava de frequentar o escritório do pai, Eleel Estevam de Barros. Segundo o empresário, era a grande diversão olhar os catálogos, os mostruários dos produtos de papelaria e observar, especialmente, a forma como o sr. Eleel conversava com as pessoas.


A empresa da família, Eleel Representações, em Bauru, São Paulo, foi inaugurada em 1982 e virou referência em seu segmento rapidamente pelo profissionalismo e a qualidade do serviço.


“Me chamava atenção aquele dinamismo do dia a dia. A representação comercial é uma profissão sem limites”, destaca.


Já na faculdade, Tuca buscou uma oportunidade de emprego na própria empresa do pai. A primeira vaga que ocupou foi no escritório, datilografando pedidos, ao lado da mãe, Jael, que ainda hoje atua no negócio.


“Ainda estudando, comecei a visitar os clientes da região de Bauru e me apaixonei pela profissão”, lembra ele, aos 23 anos de carreira, que logo de início ajudou os pais a profissionalizar o negócio: criaram o sistema de gestão e informações detalhadas de todos os clientes.


Tuca assumiu a Eleel Representações em 2003, quando o pai faleceu, e jamais mudou o foco de origem da empresa, que é voltado para produtos como cadernos, pastas, fitas adesivas, entre outros.


“Os clientes agregam brinquedos, informática, bolsas e acompanhamos essas tendências. Estamos sempre visitando feiras e levando informações para as indústrias e clientes”, reforça o empresário, que além de Bauru também atua em São José do Rio Preto.


Mesmo tendo modernizado a empresa e buscando novidades no mercado, Tuca segue os passos do seu pai na relação com a clientela e prioriza sempre a dedicação, psicologia, confiança, respeito e amizade entre ambas as partes.


“Assim, todos ganham. É gratificante”, acrescenta ele, radiante que poderá tocar a trajetória profissional até a próxima geração.


“Não tem limite de idade para exercer o meu trabalho. Acho isso incrível. É uma profissão que nos torna jovem”, festeja.

 

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