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17/11/2014

   

Representantes dos sonhos – parte I

Na primeira da série de cinco entrevistas, o vencedor na Região Sudeste, Max Henrique Couto Faria fala sobre satisfação de visitar clientes como quem vê velhos amigos

Receber uma premiação é o reconhecimento por anos de trabalho bem desenvolvido e executado. E, em agosto, o 4º Prêmio Desempenho, concedido pela REVISTA DA PAPELARIA e Francal Feiras, homenageou os destaques do setor papeleiro em 2014. Divididos pelas cinco regiões do Brasil, esse time dos sonhos de representantes comerciais foram condecorados e dividiram histórias de luta e suor até a glória.


Na primeira da série de cinco entrevistas, o vencedor na Região Sudeste, Max Henrique Couto Faria traz sua satisfação de ver os clientes como amigos, a quem visita constantemente com a alegria de cada novo reencontro. Atuante desde os 14 anos de idade no ramo de vendas, os atuais 33 anos de presença no mercado não tiram a chama da paixão de Max pelo trabalho, como em sua adolescência.


Como você se tornou um representante comercial?


O meu sonho era ser caminhoneiro. Aos 15 anos fui trabalhar em uma loja de calçados e gostei de vender, mas não deixei de gostar de dirigir e viajar. Aos 18 anos e com a carteira de motorista nas mãos, tive a oportunidade de pegar uma representada de confecções. Em 1985, fui trabalhar na BIC, me segmentando no ramo papeleiro.


O que mais te empolga na sua profissão?


É minha vida. Visitar meus clientes é como sair de casa todos os dias e ir à casa de um amigo querido. É uma faculdade sem formatura.


Como se sente como vencedor de um prêmio com abrangência nacional?


Dá para notar que eu amo aquilo que faço. Para mim, foi uma honra, um reconhecimento de toda essa trajetória de muito suor e trabalho.


Qual o segredo do sucesso?


Responsabilidade, comprometimento, atenção, respeito, dedicação, resiliência, persistência e, sobretudo, muita fé.

 

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