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29/01/2015

   

Uma breve história do corretivo

Atualmente indispensável, item é inspirado em técnica de pintores

Antigamente, era errar e ter que escrever tudo de novo – à mão. Com a datilografia, o processo era o mesmo, até o surgimento do lápis borracha, que apagava a tinta (ou “desmanchava” a parte do papel onde era usado), mas podia borrar a folha. Escrevendo a lápis era só passar a borracha. Com a caneta era preciso rabiscar. Até que, finalmente, veio o casamento ideal: caneta e corretivo.


Em 1951, a secretária norte-americana Bette Nesmith Graham datilografava arquivos (lembra da máquina de escrever?) e não gostava de corrigir erros com o tal lápis borracha que existia, pois borrava a folha. Observando pintores reformando o escritório, ela teve a ideia de produzir uma tinta branca à base de água para essas correções.


Usando a garagem e a cozinha de casa como laboratório, conseguiu: criou o que chamaria, em 1956, de “Mistake Out” e tentou vender à IBM, que recusou. Quando a demanda cresceu, Bette rebatizou o produto de... isso mesmo, Liquid Paper. Patenteou, registrou e, em 1975, empregava 200 pessoas e fabricava 25 milhões de unidades, distribuídas em 31 países. Em 1979, ela finalmente vendeu a empresa para a Gillette Corporation por US$ 47,5 milhões. O final dessa história todo mundo sabe.

 

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