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18/09/2017

   

Praticidade na palma das mãos

Carregador portátil de celular é solução rentável para atender público cada vez mais conectado

Em certas situações do dia a dia, é fundamental contar com as inovações tecnológicas. Quem nunca se deparou com algo de que precisava ser resolvido por meio do smartphone e não conseguiu devido à falta de bateria do aparelho? Nessas horas, o carregador portátil é a solução! Conhecido também como power bank, a procura estimulou o lançamento de novos modelos, aquecendo o mercado. Antes de comprá-lo, para uso pessoal ou revenda, é necessário atentar para segurança, capacidade e vida útil do acessório.


A cada dia, os fabricantes de aparelhos celulares criam baterias mais duradoras, porém o tempo de duração ainda não é o suficiente para muitos perfis de usuários. É natural que, a cada recarga, as baterias dos carregadores portáteis sofram um desgaste dos elementos químicos em seu interior. Assim, os carregadores têm uma quantidade limitada de uso até que a bateria se esgote por completo. A medida utilizada para determinar a vida útil de uma bateria é o número de recargas, também chamado de ciclos. Para evitar que o carregador portátil tenha uma redução muito grande do potencial da bateria, o ideal é recarregá-lo somente quando sua energia estiver totalmente esgotada. Dessa forma, o acessório não gasta ciclos sem necessidade.


Junior Sarandy, proprietário da loja Junior do iPhone, em Vila Velha/ES, desde 2010 no mercado de venda de aparelhos e acessórios, explica a questão dos ciclos das baterias dos carregadores portáteis de celular. “Toda bateria de lítio aguenta um determinado número de ciclos de carga, depois desse número ela começa a durar cada vez menos. Um ciclo completo equivale a uma carga completa de 0% a 100%”, explica”. Não há uma forma simples de verificar a quantidade de energia que uma bateria ainda possui. Nesse caso, o mais recomendado é adquirir um carregador com um visor que informa a carga restante


A rentabilidade e o baixo índice de defeito dos carregadores portáteis são atrativos para revenda identificados pela Multilaser. “Esses produtos possuem uma rentabilidade excelente para a revenda, ficando entre 40% e 50% de margem. Já o índice de defeito é muito baixo, não chega a 1%. Nas peças que apresentam mau funcionamento, é preciso testar o cabo e as conexões, pois, na maioria dos casos, o problema está nessas partes”, explica Danilo Angi Luiz, gerente de produtos da Multilaser.

 

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