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A melhor decisão da Ilustradora

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Fazer do hobby de infância sua profissão foi o desafio da ilustradora

A ilustradora e designer Juliana Carvalho, de 27 anos, cresceu em um ambiente artístico. O pai dela desenhava, e ela vivia pelos cantos da casa desenhando em qualquer papel que estivesse por perto. Juliana lembra que, quando criança, as papelarias eram equivalentes às lojas de brinquedo: “um paraíso”.

A rotina de desenhos seguiu na vida dela até os 18 anos, quando entrou para faculdade e se viu sem tempo para fazer o que tanto gostava. Depois de seis anos sem desenhar, Juliana sentiu que tinha perdido parte de sua identidade ao esquecer sua técnica e prática adquiridas ao longo de anos. A motivação e inspiração para voltar aos desenhos foi surgindo quando conheceu uma ilustradora enquanto morava fora. “Decidi focar a minha carreira na ilustração e trabalho com isso até hoje. Foi a melhor decisão que eu já tomei na vida”, reconhece a profissional.

Recentemente, a artista vivenciou uma emoção extra na profissão. A Faber-Castell publicou um trabalho de Juliana no Instagram. A ação foi parte do projeto #FollowFriday, pelo qual toda sexta-feira a marca divulga um artista diferente em sua rede. “Foi um momento muito emocionante para mim, porque sou muito fã da marca desde pequena e, de certa forma, aprendi a desenhar com ela. Testei uns produtos e usei a hashtag deles sem pretensão alguma. Ver que eles gostaram do meu trabalho a ponto de publicar no Instagram deles foi muito gratificante”, relembra com entusiasmo.

“Lembro da minha primeira caixa de lápis de cor da Faber, de sempre escolher os cadernos da Tilibra porque tinham as melhores capas e de ter uma coleção gigantesca de canetas coloridas e com cheirinho da Uni-ball.

Juliana Carvalho

Entre os materiais de papelaria mais utilizados por Juliana, estão os papéis para aquarela – sua técnica favorita atualmente – e as canetas pretas com pontas de variadas espessuras. Em relação às marcas, as preferidas da artista são Faber-Castell, Tilibra e Uni-ball. “Lembro da minha primeira caixa de lápis de cor da Faber, de sempre escolher os cadernos da Tilibra porque tinham as melhores capas e de ter uma coleção gigantesca de canetas coloridas e com cheirinho da Uni-ball. Tenho um carinho muito grande por essas marcas até hoje. Também descobri outras depois de adulta, como a Canson, que tem papéis ótimos para aquarela com um preço bem acessível”, conta.

Quando Juliana entra em uma papelaria, o que mais chama atenção dela é o cheiro da loja e uma vitrine repleta de novidades. Em Curitiba, cidade onde a artista mora, sua papelaria preferida é a Grafitti Artes, localizada no centro da cidade. As compras on-line são necessárias pela falta de variedade de produtos em Curitiba, mas a apaixonada por papelaria confessa que precisa testar e mexer em todos os produtos antes de comprar.