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Editoras crescem 13% em 2019

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É o que revela Pesquisa Produção e Vendas do setor Editorial Brasileiro sobre o faturamento de editoras em 2019

A Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, conhecida por “Pesquisa Fipe”, mediu o faturamento de editoras de 2019 e concluiu que estas produziram mais e venderam mais do que 2018. Divulgada no dia 8 de junho pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Nielsen Books, o estudo concluiu que foram produzidos 395 milhões de exemplares e vendidos 434 milhões de cópias. Isso significa que o faturamento do segmento no total rendeu cerca de R$ 5,7 bilhões.

Entre as vendas,o subsetor de Obras Gerais apresentou o melhor resultado. Ademais, destacam-se  434 milhões de cópias vendidas no total (80% deles foram reimpressões e 20% novos títulos). Além disso, o crescimento foi acima da inflação registrada no período: 4,31%, de acordo com o IPCA.

Já em 2020, segundo o Painel do Varejo de Livros no Brasil, no mês de janeiro, houve aumento de 8% no faturamento de estabelecimentos monitorados pela Nielsen. Ou seja, 9,95%  a mais do que 2019. 

Confira a pesquisa de 2020/2019 aqui.

O papel do Marketplace

No final de 2018, a Saraiva e a Livraria Cultura pediram recuperação judicial, o que deixou muitas editoras sem saber como continuar faturando. Assim, apesar das livrarias continuarem a ser o principal canal de venda de livros no Brasil, houve uma procura maior em e-commerce e marketplace, como a Amazon e Mercado livre. O canal livrarias exclusivamente virtuais saltou de 3,4% para 12,7%, sagrando-se como o terceiro principal meio de vendas de livros no Brasil. No primeiro semestre de 2019, o marketplace teve um crescimento de 13%, comparado aos 12% da média do e-commerce. O faturamento, por sua vez, foi de R$ 17, 6 bilhões, enquanto o e-commerce faturou R$ 26, 4 bilhões.