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Loja aberta com moderação

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Papelaria Cearense tenta manter a loja aberta, mas oferece diversos procedimentos aos clientes que não fujam das recomendações de higiene e distanciamento social

Com dois anos no Mercado, a Papelaria Big House conta com apenas duas colaboradoras: a dona, Gabrielly Lima, e uma ajudante, para realizar todas as demandas de trabalho e estratégias. No começo da situação da pandemia e o decreto de fechamento do comércio não essencial, a única loja física da marca precisou fechar as portas e investir nas vendas pela internet que, apesar de existente, tinha uma atenção menor das responsáveis. Hoje, a papelaria tenta ficar aberta em horários reduzidos, com agendamento de retirada de pedidos e diversos procedimentos de visitas para evitar aglomerações e prevenir a contaminação. “Para os atendimentos, eu sempre uso máscara e álcool gel, mas não estamos abrindo a loja totalmente. Deixamos um aviso na entrada para que seja um cliente de cada vez. Assim, conseguimos manter um controle de pessoas na loja e o distanciamento social”, afirma, Gabrielly. 

Antes dos acontecimentos recentes e das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), a loja estava aberta de 7h até as 19h ou 20h. Neste momento, os consumidores conseguem visitar a Big House de 8h até as 17h. “Antigamente as pessoas tinham faculdade e escola, então a loja tinha muita procura, agora, tivemos uma queda muito brusca de movimento. Por isso que estamos tentando focar nas vendas on-line o máximo possível”, explica.

O investimento nas plataformas on-line está sendo a solução para o varejo que apresentava a loja física como ferramenta essencial para a receita no final do mês. Para a papelaria, a divulgação esta concentrada no Instagram. Em entrevista com a Revista da Papelaria, Gabrielly disse que os itens mais pedidos no Instagram e encomendados por meio de WhatsApp são tintas, lápis de cor, telas de pintura, cadernos para desenho, canetas e trabalhos de impressão na gráfica da loja. No momento, a loja não está conseguindo suprir entregas, então, o cliente depois de ter todo um atendimento on-line vai até a loja para fazer a retirada. “Antes do Covid-19 nós fazíamos entregas. Eu alugava um carro e entregava nas escolas. No momento não estamos com estruturas para fazer essa dinâmica. Para a retirada, nós recomendamos que o cliente venha com máscaras e que agende um horário antes de vir buscar. Além disso, também podem usar álcool em gel que estamos disponibilizando na loja. Alguns preferem contratar um moto taxi para recolher os itens e aí nós reduzimos o valor final”, conta. 

Quando tiveram que fechar a loja, Gabrielly disse que a primeira coisa que fez foi ligar para os serviços terceirizados que possuem no sistema da gráfica, como máquinas alugadas, e tentar entender como iriam proceder neste momento, já que recebiam pedidos grandes de clientes fixos. “Nós levamos um susto quando tudo isso aconteceu. Não estávamos esperando precisar fechar a loja, mas conseguimos nos erguer. Estamos tentando nos organizar e planejar para voltar as vendas normalmente”, finaliza.

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